{"id":293,"date":"2019-03-05T18:40:43","date_gmt":"2019-03-05T21:40:43","guid":{"rendered":"http:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/?p=293"},"modified":"2019-03-05T19:14:03","modified_gmt":"2019-03-05T22:14:03","slug":"sobre-o-sistema-de-arquivos-btrfs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/2019\/03\/05\/sobre-o-sistema-de-arquivos-btrfs\/","title":{"rendered":"Sobre o sistema de arquivos BTRFS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">No linux quando nos deparamos com a tarefa de particionar os discos e escolher o tipo da parti\u00e7\u00e3o existe uma d\u00favida no tocante ao formato, e&#8230; de certa forma essa d\u00favida ajuda a parar para pensar na melhor escolha, nem sempre se trata do melhor sistema de arquivos e sim de qual \u00e9 melhor para o que vai ser feito nesse sistema e tamb\u00e9m o volume de dados e requisi\u00e7\u00f5es que este ir\u00e1 tratar. Esse sistema de arquivos tem suporte no Linux e no MacOSX (atrav\u00e9s de complementos de terceiros, n\u00e3o nativo)<br \/>\nNo artigo de hoje irei comentar um pouco sobre o sistema de arquivos BTRFS e suas principais aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inicialmente o BTRFS (<i>B-tree file system<\/i>) foi idealizado pela Oracle para servir o Linux a inten\u00e7\u00e3o era resolver algumas defici\u00eancias notadas quando a grande volume de dados, capacidade de snaps, checksums dentre outras funcionalidades no enquadro da escalabilidade e seguran\u00e7a.<br \/>\nMuita gente tem falado que o BTRFS \u00e9 o futuro dos sistemas de arquivos no Linux ou ainda \u00e9 o sucessor do EXT4, isso se d\u00e1 pela velocidade de acesso, e velocidade de leitura escrita bem como a seguran\u00e7a e o suporte a v\u00e1rias tecnologias interessantes como:<br \/>\nDimensionamento e suporte a v\u00e1rios volumes;<br \/>\nConvers\u00e3o nativa a sistemas da fam\u00edlia EXT;<br \/>\nCapacidade de gerenciar at\u00e9 16 exabytes de informa\u00e7\u00e3o;<br \/>\nSuporte nativo a RAID;<br \/>\nSuporte a compress\u00e3o de dados;<br \/>\nSuporte a unidades de armazenamento em flash, dentre outras funcionalidades interessantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, podemos dizer que ao longo desses dez anos de sua exist\u00eancia o BTRFS tem desenvolvido bastante podendo j\u00e1 ser usado em ambientes tanto desktop como ambientes de produ\u00e7\u00e3o (se atender a sua demanda e aplica\u00e7\u00f5es). Ele vem sendo usado em algumas distribui\u00e7\u00f5es (mesmo que timidamente) por\u00e9m fazendo um trabalho excepcional.<br \/>\nUm software muito eficiente e preciso que tem difundido o BTRFS \u00e9 o projeto RockStor, uma ferramenta de armazenamento e delivery de dados do tipo NAS. Inclusive estarei comentando sobre a minha experi\u00eancia usando essa plataforma de armazenamento.<br \/>\nEnfins, o BTRFS tem crescido, e sua tendencia \u00e9 crescer ainda mais nos diversos tipos de ambientes mundo afora, e tudo que eu posso te dizer \u00e9: Teste, assim voc\u00ea saber\u00e1 sobre a efici\u00eancia desse FS no seu ambiente.<\/p>\n<p>Valeu! e at\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No linux quando nos deparamos com a tarefa de particionar os discos e escolher o tipo da parti\u00e7\u00e3o existe uma d\u00favida no tocante ao formato, e&#8230; de certa forma essa d\u00favida ajuda a parar para pensar na melhor escolha, nem sempre se trata do melhor sistema de arquivos e sim de qual \u00e9 melhor para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":294,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[47,49,48,27],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/293"}],"collection":[{"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=293"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/293\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":300,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/293\/revisions\/300"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/294"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=293"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=293"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/greenoperations.com.br\/greenblog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=293"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}